quarta-feira, 13 de novembro de 2013

29º Congresso Abraman - Chamada para Trabalhos Técnicos

Atenção amigos leitores que acompanham o nosso Blog Engenharia de Manutenção no Brasil,
Vamos atender ao Chamado!!!


Para se Inscrever basta clicar na figura acima ou acessar o site www.abraman.org.br.

Ao realizar sua inscrição não esqueça de citar que você viu este comunicado em nosso BLOG Engenharia de Manutenção no Brasil.

Continue acompanhando, Acesse, Participe e Compartilhe com os amigos!!

domingo, 6 de outubro de 2013

Resultado da Enquete 03-2013


Encerrada mais uma enquete, a terceira deste ano, para definir o próximo assunto no nosso Blog.

O resultado como você pode notar no gráfico acima, foi o seguinte: com 46,7% 5S, 33,3% Pilar Manutenção Autônoma, 13,3 Ciclos PDCA/SDCAe em último com 6,7% Análise SWOT.

Iniciaremos então até o final da semana o assunto  5S - Seiri (utilização), Seiton (ordenação), Seiso (limpeza), Seiketsu (higiene) e Shitsuke (autodisciplina);

Agradeço a participação de todos, acompanhem as próximas postagens! 

Não se esqueçam de cooperar na votação do TOPBLOG 2013!!!




domingo, 22 de setembro de 2013

Enquete EngMan 03-2013

Já está no ar a nossa terceira enquete de 2013!!!


Você poderá optar pelas seguintes alternativas como sugestão para nosso próximo assunto a ser abordado:

- 5SSeiri (utilização), Seiton (ordenação), Seiso (limpeza), Seiketsu (higiene) e Shitsuke (autodisciplina);
- Análise SWOT (Strengths, Weaknesses, Opportunities, Threats);
- Ciclo PDCA / SDCA;
- Pilar Manutenção Autônoma.

Procure na lateral esquerda do blog o espaço da Enquete e VOTE! Acesse, participe e defina qual será o nosso próximo assunto!

Não esqueça também de votar no TOPBLOG 2013, mas este na lateral direita! Queira você também um blog sobre Manutenção entre os melhores do Brasil!! Participe e divulgue!!


terça-feira, 10 de setembro de 2013

TOP BLOG 2013


Amigos leitores, O prêmio TOP BLOG 2013 inicia nesta semana a votação para a escolha dos melhores blog da internet brasileira em diversas categorias.
Nosso blog, Engenharia de Manutenção no Brasil, está incluído entre os concorrentes na categoria “Empreendedorismo” e JÁ pode contar com a SUA colaboração! Através do SEU VOTO poderemos fazer com que o tema Manutenção esteja presente também entre os melhores!

Para votar é bem simples. Acesse o banner na lateral esquerda do blog, você será levado diretamente à página do TOPBLOG2013, onde no cabeçalho estará a escolha para o seu voto. Para realizar o voto você deverá incluir seu nome e um e-mail válido, pois a confirmação dependerá de um link que será enviado para este. Verifique no e-mail indicado se recebeu a solicitação de confirmação, normalmente é de imediato. Em seguida clique no link e pronto, você confirmou seu voto! Você também pode votar logando pelo Facebook, o procedimento é o mesmo.

Desde já agradecemos a todos independente de qualquer voto, a sua participação e contribuição com o blog é ainda mais importante!


Acompanhe abaixo o calendário do Prêmio:

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Download de Artigo INDICADORES DE CLASSE MUNDIAL

Após mais um tema apresentado, segue o arquivo único compilado para download, neste caso Indicadores de Classe Mundial Partes 1 e 2, com a devida bibliografia. É só clicar na imagem abaixo.
Espero que apreciem o material!

Ainda esta semana iniciaremos uma nova enquete com as opções para apresentação e discussão de um novo tema, aguarde, acompanhe e vote!!!



terça-feira, 13 de agosto de 2013

Indicadores de Manutenção de Classe Mundial - Parte 2

Na postagem de hoje, daremos continuidade finalizando a explanação sobre os chamados “Indicadores de Classe Mundial”. Concluiremos os que se referem a análise da gestão de equipamentos e iremos citar os dois diretamente ligados à gestão de custos.



Disponibilidade de Equipamentos (DISP)
Conforme a Norma NBR 5462/1994 a definição de Disponibilidade seria:

“Capacidade de um item estar em condições de executar uma certa função em um dado instante ou durante um intervalo de tempo determinado, levando-se em conta os aspectos combinados de sua confiabilidade, mantenabilidade e suporte de manutenção, supondo que os recursos externos requeridos estejam assegurados”.

 Matematicamente poderíamos dizer que disponibilidade seria a relação entre a diferença do número de horas do período considerado (horas calendário - HCAL) com o número de horas de intervenção pelo pessoal manutenção (manutenção preventiva por tempo ou por estado, manutenção corretiva e outros serviços - HTMN) para cada item observado e o número total de horas do período considerado (também definido como HCAL).


 A disponibilidade de um item representa o percentual do tempo em que ficou a disposição do órgão de operação para desempenhar sua atividade.
O índice de Disponibilidade também é identificado como “Performance ou Desempenho de Equipamentos” e, para itens de operação eventual, pode ser calculado como a relação entre o tempo total de operação de cada um (HROP) e a soma deste tempo com o respectivo tempo total de manutenção no período considerado (HTMN).

  
Esse índice também pode ser calculado como a diferença entre a unidade e a relação entre as horas de manutenção e a soma dessas horas com as de operação dos equipamentos.

Outra expressão muito comum para representação da Disponibilidade de equipamentos, ou ainda Confiabilidade  dependendo da abordagem, submetidos exclusivamente a reparo de falha é obtida pela relação entre o Tempo Médio Entre Falha (TMEF) e sua soma com o Tempo Médio Para Reparo (TMPR) e os Tempos Ineficientes da Manutenção (tempos de preparação para desligamento e religamento e tempos de espera).

    

Observa-se que esta é a expressão mais simples uma vez que é obtida a partir da relação entre dois outros índices normalmente já calculados.
O índice de Disponibilidade (ou Performance) é de grande importância para a gestão de manutenção pois, a través dele, pode ser feita uma análise seletiva dos equipamentos cujo comportamento operacional está aquém de padrões aceitáveis.


Confiabilidade de Equipamentos (CONF)

Conforme a Norma NBR 5462/1994 a definição de Confiabilidade seria:

“Capacidade de um item desempenhar uma função requerida sob condições especificadas, durante um dado intervalo de tempo”.

Na prática diferença entre a Confiabilidade e Disponibilidade seria apenas a abordagem quanto ao número de horas de intervenção pelo pessoal de manutenção. Enquanto Disponibilidade considera o tempo de TODAS as intervenções de manutenção independente de sua origem (preventiva, preditiva, corretiva, etc. – HTMN), a Confiabilidade considera apenas o tempo total de MANUTENÇÂO CORRETIVA (HTMC), alterando então as fórmulas para:


E também:



Definidos os quatro índices “classe mundial” para gestão de equipamentos, apresentamos os dois restantes aplicados na gestão de custos.


Custo de Manutenção por Faturamento (CMFT)
Relação entre o custo total de manutenção e o faturamento da empresa no período considerado.


Este índice é de fácil cálculo uma vez que os valores, tanto do numerador quanto do denominador, são normalmente processados pelo órgão de contabilidade da empresa.


Custo de Manutenção pelo Valor de Reposição (CMRP)
Relação entre o custo total acumulado na manutenção de um determinado equipamento e o valor de compra desse equipamento novo (valor de reposição). 


Este índice deve ser calculado para itens mais importantes da empresa (que afetam o faturamento, a qualidade dos produtos ou serviços, a segurança ou o meio ambiente), uma vez que, como indicado, é personalizado para o item e se utiliza de valores acumulados, o que torna seu processamento mais demorado que os demais, não justificando desta forma ser utilizado para itens secundários.
Seu resultado deve ser acompanhado por um gráfico de linha ou de superfície com a indicação de sua variação em, pelo menos, nos doze últimos meses.


Embora o custo total de manutenção devesse ser composto por cinco parcelas (pessoal, material, terceiros, depreciação e perda/redução no faturamento), cada uma com 3 subdivisões (custos diretos, custos indiretos e custos administrativos ou de rateio de custos de outras áreas), dificilmente é feita essa composição limitando-se as empresas na consideração de duas ou três parcelas (pessoal, material e, eventualmente terceiros) e assim mesmo considerando apenas uma ou duas de suas subdivisões (custos diretos e, eventualmente, custos indiretos).
Outro fator que torna os índices de custo imprecisos é a utilização de valores históricos sem correção monetária (valores contábeis) que é mais susceptível ao erro no caso de haver inflação da moeda. Mesmo quando a empresa se utiliza de valor referencial de moeda (índices ou dólar ou mix de moedas), a imprecisão aparece devido a variedade dos índices de correção ou a não consideração da desvalorização do dólar ou de outras unidades monetárias adotada.
Essa imprecisão não é sensível no acompanhamento dos índices na própria empresa, uma vez que estará cometendo o mesmo erro ao longo do tempo, porém pode levar a grandes erros de interpretação quando esses índices são comparados com outras empresas (pior no caso de comparação com empresas de outros países).

- Parte do texto extraído da obra: Administração Moderna da Manutenção, do Mestre Lourival Tavares.

Desta maneira concluímos o assunto "Indicadores de Manutenção de Classe Mundial".
Na próxima semana estará disponível para download a versão compilada das publicações contendo toda a bibliografia utilizada.


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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Workshop preparatório para o Exame de Certificação em Manutenção e Confiabilidade

O evento ocorrerá nos dias 23, 24, 30 e 31 de agosto, na sede da Abraman.
Atenta às tendências do mercado, a Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos (Abraman) implementou em sua programação de 2013 um grande evento para contribuir com o desenvolvimento dos profissionais da área de Manutenção, Confiabilidade e Gestão de Ativos. Nos próximos dias 23, 24, 30 e 31 de agosto a Associação promoverá em sua sede o Workshop sobre Manutenção e Confiabilidade, a fim de qualificar profissionais da área.
Além do workshop, a Abraman produzirá o 28º Congresso Brasileiro de Manutenção e Gestão de Ativos, em paralelo ao 5º Congresso Mundial de Gestão de Ativos e à Expoman 2013, entre os dias 23 a 27 de setembro, no Centro de Convenções da Bahia. O congresso contará com o Exame de Certificação SMRP, segundo exame para certificação internacional de profissionais de Manutenção e Confiabilidade brasileiros.
O workshop é destinado aos profissionais de manutenção com objetivo de validar seus conhecimentos na área e iniciar a trajetória para fazer parte do seleto grupo de profissionais especializados em Engenharia de Manutenção e Confiabilidade. As aulas serão das 17h às 21h, às sextas-feiras, e das 08h às 12h, aos sábados.
No total serão seis temas debatidos: Conceitos de Confiabilidade; Negócios e Administração; Confiabilidade de Processos de Manufatura; Confiabilidade de Equipamentos; Competências Necessárias para o Profissional; e Gestão do Trabalho de Manutenção. Um dos instrutores confirmados é o presidente da Abraman, João Ricardo Barusso Lafraia.
Inscrições
Para inscrições e informações sobre o Workshop SMRP, acesse o site da Abraman (www.abraman.org.br); ligue para (21) 3231-7005; ou envie e-mail paraeventos2@abraman.org.brMais informações sobre o Exame de Certificação SMRP, acesse: http://www.abraman.org.br/sidebar/outras-certificacoes/smrp

Continue acompanhando nosso BLOG, ainda esta semana a segunda parte do tema "Indicadores de Classe Mundial"
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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Indicadores de Manutenção de Classe Mundial - Parte 1



A Manutenção abrange inúmeras áreas, conhecimentos diversos e setores industriais completamente diferentes. Poderíamos até dizer que Diversidade seria um sinônimo para Manutenção. Pense em apenas uma área em que a Manutenção não esteja presente de alguma maneira! Não conseguiu não é?
Se um dos maiores problemas dos Gestores de Manutenção é como enxergar e avaliar tudo que está acontecendo, e onde atacar para se obter melhores resultados, imagine como comparar os seus resultados ao de empresas do mesmo setor para se ter idéia se está no caminho certo!
A criação de Indicadores e a apresentação em Relatórios Gerenciais facilitaram bastante a visualização e o melhor direcionamento dos atos de Manutenção. Faltava apenas a tão importante padronização para podermos comparar essa imensa diversidade. É exatamente neste tocante que se introduz os chamados “Indicadores de Classe Mundial” ou ainda “Índices de Classe Mundial”.
São chamados Índices ou Indicadores de Classe Mundial aqueles que são utilizados segundo a mesma expressão em todos os países, dessa maneira independente da área de atuação ou ramo industrial a comparação se tornaria viável.

Podemos dizer que são SETE os Índices de Classe Mundial:
- Tempo Médio Entre Falhas (TMEF);
- Tempo Médio Para Repara (TMPR);
- Tempo Médio Para Falha (TMPF);
- Disponibilidade de equipamentos (DISP);
- Confiabilidade de equipamentos (CONF);
- Custo de Manutenção por Faturamento (CMFT);
- Custo de Manutenção por Valor Reposição (CMVR).

Apresentamos sete indicadores, destes, cinco se referem a análise da gestão de equipamentos e os outros dois diretamente à gestão de custos. Vejamos a seguir o detalhamento de cada um dos Índices citados acima. Nesta Primeira postagem falaremos do TMEF, TMPR e TMPF.

Tempo Médio Entre Falhas (TMEF)
O Tempo Médio Entre Falhas é um índice utilizado para itens reparados após a ocorrência de uma falha. Seria relação entre o produto do número de itens (NOIT) e os seus tempos de operação (HROP), e o número de falhas identificadas nesses mesmos itens (NTMC), em período determinado. Conforme a expressão a seguir:


Tempo Médio Para Reparo (TMPR)
O Tempo Médio Para Reparo deve ser utilizado para itens para os quais o tempo de reparo ou substituição é significativo em relação ao tempo de operação. Seria a relação entre o tempo total de intervenção corretiva em um conjunto de itens com falha (HTMC) e o número total de falhas identificadas nesses itens (NTMC), em período determinado.


Tempo Médio Para Falha (TMPF)
O Tempo Médio Para Falha deve ser utilizado para itens que são substituídos após ocorrência de uma falha. Seria a relação entre o tempo total de operação de um conjunto de itens não reparáveis (HROP) e o número total de falhas identificadas nesses itens (NTMC), em período determinado.



É importante observar a diferença conceitual existente entre os índices TMPF e TMEF. O primeiro (TMPF) é calculado para itens que NÃO SÃO reparados após a ocorrência de uma falha, ou seja, quando falham são substituídos por novos e, em consequência, seu tempo de reparo é zero. O segundo (TMEF) é calculado para itens que SÃO reparados após a ocorrência da falha. Portanto, os dois índices são mutuamente exclusivos, ou seja, o cálculo de um exclui o cálculo do outro para itens iguais.

Para o melhor entendimento destes três primeiros índices a figura a seguir representa graficamente um equipamento com intervalos operacionais devido à manutenção.



Em nossa próxima postagem daremos continuidade com a explanação dos outros quatro índices. Acesse, acompanhe, compartilhe!!


sábado, 13 de julho de 2013

Abraman organiza Workshop para debater o setor Elétrico


Presidente João Ricardo Barusso Lafraia e os consultores da Abraman Claudio Spanó, Ítalo Freitas e Cid Augusto foram  alguns dos convidados para debater novos panoramas do mercado, que se encontra diante de uma crescente regulação e redução de investimentos.

A cidade de Curitiba, no Paraná, vai sediar um grande evento nos dias 29 e 30 de julho. O Workshop Manutenção e Gestão de Ativos – Setor Elétrico MGA-SEL, com o tema “Desafios do Setor Elétrico frente aos novos cenários”, vai reunir profissionais do setor para discutir os novos panoramas que o mercado apresenta. A Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos (Abraman) será a organizadora com apoio das entidades, tais como Abrage, Abrate, Apine, Aneel, ONS, entre outras. O encontro será no Hotel Bourbon, na Rua Cândido Lopes, 102, no Centro. O Presidente, João Ricardo Barusso Lafraia, e os consultores da Abraman Claudio Spanó, Ítalo Freitas e Cid Augusto, são alguns dos convidados.

O workshop vai debater os desafios do setor Elétrico em fazer Manutenção com técnicas inovadoras, como GAP Analysis, RCM, Risk Analysis e RAM, todas da Engenharia de Confiabilidade na Gestão de Ativos, para obter melhores desempenhos na realização da função. O assunto se torna necessário num período de crescente regulação, redução de investimento e penalizações aliados a receitas cada vez menores. As empresas convidadas a patrocinar o evento foram a Copel, Manserv, Nishi, Andritz, ABB, Voith, Siemens, Alstom, Itaipu Binacional, Tractebel, UEGA, M&D, AES Tietê, entre outras. Além do Presidente e dos consultores da Abraman, estão convidados a compor a mesa e a ministrar palestras Rui Altieri, da Aneel; Flávio Neiva, da Abrage; Hermes Chipp, da ONS; Luiz Fernando Leone Vianna, da Apine; José Cláudio Cardoso, da Abrate; Jaime de Oliveira Kuhn, da Copel; Jorge Samek, da Itaipu Binacional; e Iara Pasian, da Deloitte Touche Tohmatsu.

Programação e inscrições
A Abraman tem difundido, ao longo dos anos, a aplicação da Engenharia da Confiabilidade na Gestão de Ativos, por meio de aliança com entidades do exterior, como o Global Forum on Maintenance and Asset Management (GFMAM); a Sociedade Americana de Profissionais de Manutenção (SMRP), com a qual fechou parceria para formação conjunta de profissionais e realiza o Exame Internacional de Certificação em Manutenção e Confiabilidade; o Institute Asset Management (IAM); entre outras. Com a falta de um fórum para realizar conversas sobre Manutenção de vários segmentos do setor Elétrico, a Associação  criou a Comissão de Manutenção e Gestão de Ativos no Setor Elétrico (MGA-SEL), em que são reunidas as áreas de Geração, Transmissão e Distribuição para trocas e aquisição de conhecimentos acerca de novas maneiras de fazer Operação e Manutenção (O&M).

Os credenciamentos serão realizados no primeiro dia, 29 de julho, das 12h às 13h30, e o workshop inicia logo depois,  com previsão de término às 18h. No dia 30, as atividades vão ser realizadas das 08h30 às 18h. São aguardadas cerca de 500 pessoas. Aqueles que se inscreverem até o dia 1º de julho, ganham por volta de 20% de desconto. O evento é um ensaio para a realização do Seminário de Manutenção do Setor Elétrico (SEMASE), em 2014, que já foi realizado em duas ocasiões, pela Itaipu Binacional e Copel, respectivamente.

Os interessados em se inscrever, devem procurar a Filial VII (PR e SC) da Abraman, na Rua Emiliano Perneta, n° 174, 6º andar, Centro, Curitiba; ligar para (41) 3322-7818 (Viviane Lucia Teixeira); ou enviar e-mail para abraman-pr.sc@abraman.org.br.
Não esqueça de mencionar que soube do Workshop através de nosso blog!!!

Sobre a Abraman
Fundada em 17 de outubro de 1984, a Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos é uma entidade civil sem fins lucrativos, cuja missão é contribuir para o desenvolvimento da Função de Manutenção e Gestão de Ativos, com valorização de seus profissionais, consolidando-as como fatores estratégicos para o aumento da competitividade das empresas e para a melhoria da qualidade de vida, da segurança e do meio ambiente. Mais informações no site www.abraman.org.br




Comunicado sobre postagens!



Olá novamente amigos que acompanham nosso blog, peço desculpas pelo longo intervalo desde a última publicação, mas tive problemas quanto a configurações do Blogger que me impediam de realizar qualquer publicação. Bem, tudo solucionado, retorno ainda com a conclusão da nossa última enquete, onde houve empate entre os temas “Árvore Estrutural e Tagueamento”, assunto já tratado e disponibilizado para download, e “Indicadores de Classe mundial, que acompanharemos a partir de amanhã.

Apenas para lembrar, ao término do assunto estará disponível para download o arquivo em pdf com tudo que foi publicado sobre o tema.

Espero que apreciem a leitura e que seja útil na atividade de cada um!

MBA Eng.Man. Thiago Dutra

quinta-feira, 20 de junho de 2013

EXPOMAN 2013!!!

Amigos Mantenedores e Gestores fiquem atentos ao Próximo e mais importante evento de Manutenção do Brasil!!!! EXPOMAN 2013



Salvador sediará Expoman, maior feira
de Gestão de Ativos da América do Sul

Promovido pela Abraman, evento recebe investimento de R$4 milhões e conta com participação
de renomadas empresas dos setores de engenharia, manutenção, energia, entre outros.

A Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos (Abraman) promove, entre os dias 23 e 27 de setembro, no Centro de Convenções da Bahia, em Salvador, a Exposição de Produtos, Serviços e Equipamentos para Manutenção e Gestão de Ativos (Expoman 2013), maior feira do segmento na América do Sul. Paralelamente, ocorrerá o 28º Congresso Brasileiro e o 5º Congresso Mundial de Manutenção e Gestão de Ativos.
objetivo é fomentar negócios, debates e trocas de experiências entre especialistas, técnicos e empresários do setor. Empresas como a Ipiranga, Meridium, CPFL Serviços, IBM do Brasil, John Crane e H.Shattner já garantiram seus estandes na Expoman 2013. No ano passado, a exposição ocorreu no Rio de Janeiro e contou com mais de 40 empresas.
Considerado o principal evento da indústria brasileira de manutenção, a Expoman vem garantindo cada vez mais representatividade perante as indústrias de petróleo, química, automobilística, celulose e papel, entre outros. O presidente da Abraman, João Ricardo Lafraia, destaca a importância da manutenção moderna e a oportunidade que a Expoman traz de gerar novos negócios. “O Brasil passou a investir mais em manutenção preventiva e houve maior abrangência no mercado”, afirma. 

Sobre a Abraman
A Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos é uma entidade civil sem fins lucrativos, cuja missão é contribuir para o desenvolvimento da Função de Manutenção e Gestão de Ativos, com valorização de seus profissionais, consolidando-as como fatores estratégicos para o aumento da competitividade das empresas e para a melhoria da qualidade de vida, da segurança e do meio ambiente.

Serviço:
O que: Expoman 2013 - Exposição de Produtos, Serviços e Equipamentos para Manutenção e Gestão de Ativos
Quando: de 23 a 27 de setembro de 2013
Onde: Centro de Convenções da Bahia - Av. Simon Bolivar s/nº
Público-alvo: estudantes, profissionais e empresários do setor de manutenção e gestão de ativos
Promoção: Abraman - Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos
OBS. Entrada gratuita. Mais informações podem ser clicando nas imagens acima ou obtidas diretamente pelo link: http://www.abraman.org.br/sidebar/congresso/28-cbm/programacao/programacao-completa






segunda-feira, 27 de maio de 2013

Download de Artigo TAG e Árvore Estrutural



Após um mês turbulento, voltamos com as postagens em nosso blog. Retornamos com mais um artigo para download, agora a compilação das publicações relacionadas a Tagueamento e Árvore Estrutural, é só clicar na imagem abaixo.
Espero que apreciem o material!


Ainda esta semana iniciaremos um novo assunto que já foi definido na última enquete, Indicadores de Classe Mundial, acompanhe, acesse, compartilhe!!!



quinta-feira, 25 de abril de 2013

Conceito para utilização de Árvore Estrutural



Árvore Estrutural – Como já citamos na publicação anterior, ela possibilita uma visão de todo o sistema ou processo, e para isso é necessário a realização da primeira fase que é o Tagueamento e na Árvore Estrutural os Níveis que acabamos de compreender serão entendidos como “Locais de Instalação”.
A modelagem de uma árvore estrutural de equipamentos depende também da forma de exposição escolhida, ou seja, a opção de montagem que, no entendimento dos mantenedores, seria a melhor maneira de visualizar o processo.
A seguir serão mostradas duas opções/sugestões de montagem:

Opção 1:

– Criar posições operacionais (tags) e associar cada equipamento (NI) a uma posição;
– As relações hierárquicas são determinadas pelas conexões entre os registros de posições operacionais.

Opção 2:

– Criar uma posição operacional (tag) e associar o nível mais alto de uma hierarquia de equipamentos (NIs) com a posição;
– As relações hierárquicas são determinadas pelas conexões entre os registros de equipamentos.


Vamos exemplificar para visualizar melhor às divisões na árvore:


A localização final do equipamento utilizando a opção 2 seria:




Já utilizando a opção 1, tomando como exemplo outro sistema e equipamento, seria:



Encerramos aqui o primeiro assunto, Tag e Árvore Estrutural, do empate na enquete do blog. Você pode enviar as suas dúvidas ou publicá-las em “comentários” que responderemos em seguida.

O próximo assunto é “Indicadores de Classe Mundial”, continue acompanhando nossas postagens. Acesse e dê sua opinião, Compartilhe, curta no Facebook, siga no Twitter! Até a próxima!




quinta-feira, 18 de abril de 2013

Conceito para utilização de “Tag’s”


Tag’s - Normalmente quando se inicia o tagueamento de equipamentos e/ou áreas nas empresas é preciso definir qual o objetivo e abrangência desta atividade, pois a estrutura é baseada em diferentes níveis.
Empresas de pequeno e médio porte utilizam em média 5 Níveis de Tag para estruturar seus sistemas e/ou processos. Seriam eles: Nível 1 – Gerências; Nível 2 – Áreas; Nível 3 – Sistemas; Nível 4 – Aglutinadores e Nível 5 – Equipamentos, exatamente como na imagem a seguir.



Vamos identificar nível por nível.

Nível 1 (Gerências):
Quando citamos “Gerências” estamos nos relacionando a Macroprocessos que subdividem sua atuação em várias etapas na qual podemos determinar as áreas das gerências. Os macroprocessos seriam grandes conjuntos de atividades pelos quais a organização cumpre a sua missão, gerando valor. Correspondem às funções da organização que devem estar alinhadas aos objetivos de suas unidades organizacionais. Como exemplo, podemos citar: Gerência de Utilidades; Gerência de Aciaria; Gerência de Laminação, etc.
A formação deste Nível de Tag não é restritiva, mas basicamente são utilizadas duas ou no máximo três letras para determinação, exemplo: GU ou UTL (Gerência de Utilidades), GA ou ACI (Gerência de Aciaria), GL ou LAM (Gerência de Laminação).



Nível 2 (Áreas):
Neste nível determinamos as Áreas que se dividem os macroprocessos já identificados no Nível 1. Este tag é normalmente formado por três letras indicando a área propriamente dita, e três dígitos, sendo o primeiro da esquerda indicando a fase do projeto (X se concluído e 0 para o contrário) e os dois dígitos seguintes serão a Unidade de Propriedade (UP), que tem função análoga ao CEP usado nos correios. Vamos ao exemplo:



Nível 3 (Sistemas):
No Nível 3 teremos a visão dos Sistemas. A identificação deste é realizada de forma semelhante ao nível anterior. Utilizaremos como exemplo, a área CAL-101.
Imaginemos que a área CAL-101 seja composta pelos seguintes sistemas: Queima; Abastecimento de água, Abastecimento de Gás; Proteção. Teríamos então a seguinte distribuição:



Nível 4 (Aglutinadores):
Definidos os sistemas, passamos agora aos aglutinadores de cada um deles. O aglutinador será o tag responsável por reunir vários equipamentos no mesmo endereço. O aglutinador está para a gerência como a rua está para a cidade. Utilizaremos como exemplo o sistema QMD-101, definiremos seus aglutinadores e seus tags serão o do sistema, acrescido de um sequencial de três números.



Nível 5 (Posições):
Para concluir tagueamento, basta determinar as posições dos equipamentos dentro do aglutinador. A função deste será o endereço básico, ou seja, a casa onde residirá um equipamento. Utilizaremos como exemplo o QMD-101-001 e discriminaremos suas posições, que terão seu tag igual ao do aglutinador, acrescido de um novo seqüencial de três números.




Codificação de Equipamentos

A codificação de um equipamento é realizada para individualizá-lo em relação a outros semelhantes para que haja um planejamento direcionado de manutenção, da mesma forma, para que seja realizado todo o acompanhamento histórico do mesmo.  Para ficar claro, a codificação seria como a carteira de identidade do equipamento. A sugestão seria utilizar três letras e quatro números XXX-9999, por exemplo:



Lembro que estas são apenas sugestões, cada empresa deve se adaptar às suas realidades e costumes para que todo este trabalho seja utilizado pelos mantenedores.

Continue acompanhando nosso Blog, o assunto ainda não terminou!
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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Significado de “Tagueamento” e Árvore Estrutural


Iniciaremos o assunto como de costume, com as definições básicas do assunto, para que o entendimento seja o mais claro possível.


TAG e Tagueamento

A tradução de TAG, do inglês, é basicamente etiqueta, logo “Tagueamento” seria simplesmente a identificação de um item com esta “etiqueta” ou a “etiquetagem” de algo associado a uma informação.
Nas empresas o Tagueamento pode ser utilizado para a identificação de itens e/ou localização de áreas. Sua função seria facilitar qualquer tipo de planejamento ligado ao determinado item ou local identificado. Então eu pergunto:

- “Qual o problema das empresas que não realizam este tipo de identificação?”

A resposta é simples:
- Poucas empresas dão início às suas atividades pensando na manutenção e em seus processos internos, normalmente o que interessa é o início imediato da produção, e após sua partida, fica muito complicado ou mais caro realizar o levantamento de todos os itens, componentes e equipamentos, então, elas optam por substituir o que quebra ou então reparar conforme demanda, e no caso dos processos internos é praticamente na tentativa e erro.
Esta infelizmente ainda é a situação de muitas empresas do nosso país, principalmente as de pequeno e médio porte.

Podemos afirmar que, para a Manutenção, a identificação ou o Tagueamento é a base para a gestão de equipamentos. Seria possível, por exemplo, agilizar o planejamento e a programação de intervenções, facilitar a compra de material, evitar duplicidade de itens ou componentes, extrair informações para gestão de falhas, custo, disponibilidade, etc. Os ganhos com esta organização básica são evidentes.


Árvore Estrutural

Este assunto foi brevemente comentado aqui no blog quando tratamos de RCM (Reliability Centered Maintenance), mas desta vez detalharemos seu conceito, criação e forma de aplicação.

Com dito anteriormente, a Árvore Estrutural do equipamento expõe os conjuntos e componentes que o integram de forma ordenada, possibilitando também, ter uma visão completa das dimensões que o trabalho realizado pode alcançar para o caso da aplicação das metodologias do RCM/MCC para todo o equipamento.

A Árvore Estrutural permite visualizar, a localização dos equipamentos ou de um determinado item, a posição no sistema a que pertence, os chamados equipamentos “pais” ou “filhos”, os níveis afetados por intervenção, a rastreabilidade na planta e fora dela, a busca de informações históricas de qualquer sistema, conjunto ou equipamento, e ainda muito mais.

Em resumo, a Árvore Estrutural compila, em um único mecanismo, os objetos físicos individuais, os sistemas e áreas comuns de uma empresa, desde que identificados ou “Tagueados” de maneira padronizada.


Esta foi apenas a primeira postagem sobre o tema, na próxima será exposta uma sugestão de Tagueamento e em seguida a criação da Árvore Estrutural de equipamentos.
Continue acompanhando nosso blog, acesse e participe, deixando sua opinião.




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